Com a chegada das férias, cresce também o número de ocorrências envolvendo pipas e a rede elétrica no Maranhão. Somente nos primeiros cinco meses de 2026, foram contabilizados 707 registros desse tipo, conforme levantamento da Equatorial Maranhão.
A prática, comum entre crianças e adolescentes, pode trazer consequências graves quando realizada em locais inadequados. O contato das pipas com fios de energia pode resultar em choques elétricos, além de causar danos à rede e interrupções no fornecimento.
Entre os municípios com mais casos, São Luís aparece em primeiro lugar, seguida por cidades como São José de Ribamar, Carutapera e Imperatriz. Na capital, bairros como Cidade Operária e Vila Maracujá concentram os maiores índices.
Especialistas reforçam que a escolha do local é essencial para garantir a segurança. Áreas descampadas, longe da fiação, são as mais indicadas para a brincadeira.
Outro fator de risco é o uso de linhas cortantes, como o cerol e a linha chilena, proibidos pela legislação estadual. Além de causar acidentes com outras pessoas, esses materiais podem intensificar o risco de choques elétricos.
A Equatorial Maranhão orienta que, em caso de pipa presa na rede, a população não tente removê-la, evitando assim acidentes potencialmente fatais.

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