Uma empresa citada em investigações da Polícia Federal no âmbito da Operação Fundo Oculto movimentou mais de R$ 8,4 milhões em contratos com a Prefeitura de Tufilândia, entre os anos de 2022 e 2026. Os dados foram levantados a partir de registros públicos e informações atribuídas a relatórios da investigação.
De acordo com o levantamento, a empresa Comercial Santo Expedito possui sede em São Luís e tem como sócio-administrador formal Raylson Moraes Costa Volf. A companhia teria firmado cerca de 56 contratos com o município ao longo dos últimos anos.
As contratações tiveram início durante a gestão do então prefeito Vilde e continuaram na administração atual, sob o comando do prefeito Emanuel Ricardo. A permanência da empresa como fornecedora em diferentes gestões chama a atenção e levanta questionamentos sobre a continuidade contratual.
Somente em 2026, os registros indicam que mais de R$ 3 milhões foram empenhados em favor da empresa, sendo que cerca de R$ 1,4 milhão já foi pago.
Apesar dos números expressivos, a existência de contratos públicos não representa, por si só, irregularidade. No entanto, o volume de recursos movimentados reforça a necessidade de acompanhamento por órgãos de controle e fiscalização.
A reportagem mantém espaço aberto para manifestações da empresa, da prefeitura e dos citados.
Fonte: Blog do Joerdson Rodrigues

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