26 março 2026

Militância do PCdoB reage com frieza à solenidade proposta por Rodrigo Lago


Está circulando o convite da Assembleia Legislativa do Maranhão para a solenidade de comemoração dos 104 anos do PCdoB. A cerimônia será realizada na ALEMA no próximo dia 27, às 16h, e foi solicitada por indicação do deputado estadual Rodrigo Lago, filiado ao partido.

No entanto, a militância não está empolgada com o evento, principalmente os filiados mais antigos e históricos, justamente pelo fato de a iniciativa partir de Rodrigo Lago.

Isso porque o deputado nunca foi militante do partido. É considerado apenas um “dinista” que se abrigou na legenda comunista, sem vínculos ou identidade com a militância.

Outro fator que afasta a militância histórica é o fato de que o pai de Rodrigo, o ex-deputado estadual Aderson Lago, foi um forte opositor do PCdoB, sendo considerado por alguns como um verdadeiro inimigo da sigla. Os comunistas não esquecem que Aderson Lago sempre manteve fortes laços ideológicos com a direita no Maranhão e no Brasil, o que ainda hoje causa desconfiança e desconforto entre os militantes.

Outro ponto é que Rodrigo Lago tem se posicionado como um ferrenho opositor do governador Carlos Brandão, embora o partido nunca tenha debatido ou decidido adotar uma postura de oposição ao governo estadual. Para boa parte da militância, essa posição é um erro, já que Brandão integra a base do governo Lula, e o PCdoB sempre priorizou as questões nacionais — aspectos que, até agora, não foram devidamente explicados.

Além disso, há a percepção de que Rodrigo Lago estaria com um pé no PSB, visando apenas a sua reeleição.

Diante desse cenário, muitos avaliam que Rodrigo Lago não é a pessoa mais indicada para liderar a celebração do aniversário da trincheira de figuras como João Amazonas, Renato Rabelo e tantos outros militantes com verdadeira história de luta pelo partido no Brasil.

24 março 2026

Mutirão de saúde com Osmar Filho e Clara Gomes alcança mais de 1.200 atendimentos em São Luís

Uma série de ações voltadas à saúde e assistência social movimentou comunidades de São Luís no último fim de semana. As iniciativas, lideradas pelo deputado estadual Osmar Filho em parceria com a vereadora Clara Gomes, resultaram em mais de 1.200 atendimentos gratuitos à população.

As atividades ocorreram nos bairros Vila Brasil, na zona rural, e Cruzeiro de Santa Bárbara, reunindo centenas de moradores em busca de serviços médicos. Entre os atendimentos ofertados estavam consultas em clínica geral, ginecologia, oftalmologia — com exames e distribuição de óculos — além de serviços de saúde bucal.

Na Vila Brasil, as ações “Saúde da Gente” e “Cuidar dos Olhos” concentraram grande parte do público no domingo (22). Durante o evento, Osmar Filho destacou a importância de ampliar o acesso da população a serviços básicos. Já Clara Gomes ressaltou o impacto social das iniciativas, enfatizando a promoção de dignidade por meio da saúde preventiva.


Moradores também reconheceram os avanços na região. Lideranças comunitárias destacaram melhorias na infraestrutura local, como obras de pavimentação, associadas à atuação parlamentar.

No sábado (21), mesmo sob chuva, o bairro Cruzeiro de Santa Bárbara registrou forte adesão da população às ações, demonstrando a demanda por atendimentos gratuitos na capital maranhense.

As atividades contaram com apoio do governador Carlos Brandão, do secretário de Assuntos Municipalistas Orleans Brandão e de parlamentares federais, ampliando o alcance das iniciativas.

Ação solidária na Semana Santa

Além dos atendimentos de saúde, o deputado participou de uma ação solidária de distribuição de peixes durante a Semana Santa. A iniciativa ocorreu nos bairros Vila Luizão e Divinéia, com organização do vereador Marquinhos, e teve como objetivo apoiar famílias em situação de vulnerabilidade.

A entrega reforçou o caráter social da mobilização, alinhando assistência básica e ações solidárias em um período tradicionalmente marcado pela reflexão e ajuda ao próximo.

Allan Garcês vive sua última semana como deputado federal pelo Maranhão

O médico paraense Allan Garcês encerra, nesta semana, sua passagem pela Câmara dos Deputados como suplente em exercício pelo Maranhão. Ele ocupava a vaga do titular André Fufuca, que deve retornar ao mandato parlamentar nos próximos dias.

A mudança ocorre em meio ao calendário eleitoral de 2026. Atual ministro do Esporte, Fufuca precisa deixar o cargo no Executivo até o início de abril para se adequar às regras de desincompatibilização exigidas pelo Tribunal Superior Eleitoral, já que é pré-candidato ao Senado.

Com o retorno do titular, Garcês deixa automaticamente o posto que ocupava de forma temporária. Ele assumiu a função após Fufuca ser convidado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para integrar o governo federal.

Nas eleições de 2022, Allan Garcês conquistou pouco mais de 18 mil votos, garantindo a primeira suplência na chapa do Progressistas. Apesar da experiência recente em Brasília, o cenário político para 2026 não indica, até o momento, uma candidatura competitiva do médico, que ainda não anunciou filiação partidária para o próximo pleito.

A saída marca o fim de um ciclo breve no Legislativo federal, de participação pífia, apesar de gastos estratosféricos em seu gabinete; nada contribuiu para a melhoria do povo maranhense. Sem conteúdo programático e com bandeira de “direita”, usou o mandato para dividir, agredir e atacar seus colegas de ideologia fascista. Apenas isso. A expectativa agora está voltada ao reposicionamento político de Garcês nos próximos meses. No nosso ver, nunca mais pisará os pés em Brasília, a não ser que Fufuca permita; mas aí seria contradição ser o senador de Lula no Maranhão e eleger um peão de Bolsonaro deputado federal.

Alunos denunciam problemas após consumo de refeições no restaurante da UFMA

Um possível caso de intoxicação alimentar envolvendo estudantes da Universidade Federal do Maranhão ganhou repercussão nesta terça-feira (24), após diversos relatos nas redes sociais indicarem que alunos passaram mal depois de se alimentarem no Restaurante Universitário (RU) da instituição.

De acordo com publicações feitas por estudantes, os sintomas teriam surgido após o consumo de refeições servidas no RU Central, na última segunda-feira (23). Náuseas, vômitos e desconforto abdominal estão entre os problemas mencionados. A dimensão do caso ainda não foi oficialmente confirmada, mas enquetes informais organizadas por alunos em grupos de WhatsApp e outras plataformas digitais apontam para um número significativo de pessoas afetadas.



Diante da situação, estudantes cobram esclarecimentos e providências por parte da universidade, além da apuração da qualidade dos alimentos fornecidos. Muitos destacam que o restaurante universitário é essencial para a permanência estudantil, sendo, em diversos casos, a principal fonte de alimentação diária.

Além disso, há pedidos para que a empresa responsável pelo fornecimento das refeições seja responsabilizada, caso sejam constatadas irregularidades. Os alunos também reforçam a importância de fiscalização rigorosa das condições sanitárias, a fim de garantir a segurança alimentar dentro do ambiente acadêmico.

Até o momento, a Universidade Federal do Maranhão não divulgou nota oficial sobre o caso. A expectativa é de que a instituição se manifeste após a apuração dos fatos.

Autoridades de saúde podem ser acionadas para investigar o ocorrido e verificar se houve falhas no preparo, armazenamento ou distribuição dos alimentos servidos aos estudantes.

Fernando Carvalho é alvo de críticas após receber recursos provenientes de emendas parlamentares para a realização de uma reforma apontada como superficial e sem efetividade prática, descrita por opositores como um “elefante branco com pinturas”. Além disso, há questionamentos sobre a ausência de prestação de contas desses valores e sobre a piora na qualidade da alimentação oferecida a estudantes e servidores. A situação se agrava diante de denúncias de que, de forma inédita, alunos do COLUN estariam impedidos de se alimentar no Restaurante Universitário da UFMA, o que tem gerado indignação, especialmente por atingir jovens em condição de vulnerabilidade.

Paralelamente, Danilo Lopes, conhecido como Mojarinho, também é citado por supostamente negligenciar as demandas do restaurante, sendo acusado de autorizar supostos eventos festivos "calouradas" no espaço atribuído ao chamado “fake DCE”, no Centro de Convenções, com relatos de consumo de bebidas alcoólicas e outras práticas. Como se não bastasse, estudantes ainda relatam insatisfação com o cardápio recente, em especial com o prato denominado “escalope escuro com champignon”, amplamente criticado por causar desconforto, levando à comparação com comidas tradicionais que seriam mais adequadas ao público atendido.

Fonte: Observatório da Blogosfera 

Em meio à crise, Carlos Brandão busca apoio parlamentar para retirar Felipe Camarão do cargo

A tensão política no Maranhão ganhou novos contornos nos últimos dias diante de movimentações envolvendo o governador Carlos Brandão e o vice-governador Felipe Camarão. Nos bastidores, aliados e parlamentares relatam uma corrida contra o tempo que pode redefinir o cenário político estadual.

De acordo com informações que circulam entre deputados, o governador enfrenta dificuldades para avançar, pela via judicial, em tentativas de afastamento do vice. Diante desse impasse, teria passado a articular uma nova estratégia política dentro da Assembleia Legislativa do Maranhão.

A principal iniciativa em discussão seria a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), com o objetivo de gerar um fato político que enfraqueça o vice-governador. A proposta, no entanto, ainda encontra resistência entre parlamentares, que demonstram cautela diante do cenário e das possíveis repercussões institucionais.

O movimento ocorre em meio a um prazo decisivo: até o início de abril, Carlos Brandão precisa deixar o cargo caso opte por disputar uma vaga no Senado. Esse fator tem acelerado as articulações e ampliado a pressão nos bastidores do Legislativo.

Segundo análises políticas, uma eventual retirada de Felipe Camarão da linha sucessória poderia abrir caminho para uma eleição indireta na Assembleia. Nesse contexto, surge o nome de Orleans Brandão como possível alternativa, hipótese que alimenta debates sobre a condução do processo sucessório no estado.

Apesar das movimentações, a estratégia enfrenta obstáculos. Além das dificuldades jurídicas apontadas por interlocutores, há desconforto entre deputados diante de pressões para adesão a medidas consideradas precipitadas. O ambiente político, segundo relatos, é de cautela e divisão.

Nos bastidores, o episódio é interpretado por diferentes atores como parte de uma disputa mais ampla pelo controle político do Executivo estadual, com desdobramentos que podem impactar diretamente o cenário eleitoral e institucional do Maranhão nos próximos meses.