06 novembro 2018

PRESIDENTE BOLSONARO BATE CONTINÊNCIA A SARNEY

Se o governador reeleito Flávio Dino (PCdoB) já estava cheio de mimimi nas redes sociais com o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), agora é que definitivamente ele não vai querer proximidade com o futuro comandante do Brasil.

Nesta terça-feira (06), Bolsonaro participou de sua primeira solenidade após a vitória nas urnas. Mesmo sem ainda ter sido empossado, o que só acontece em 1º de janeiro de 2019, Bolsonaro esteve participando de uma Sessão Solene em homenagem aos 30 anos da Constituição Federal.

No evento, além de Bolsonaro, estavam as principais autoridades do Brasil, entre eles o ex-presidente da República, José Sarney (MDB). Na oportunidade, ao contrário do que muitos tem apregoado, Bolsonaro ressaltou a importância da Constituição Federal.

“Quero dizer a todos: na topografia existem três nortes, o da quadrícula, o verdadeiro e o magnético, mas na democracia há só um: é o da nossa Constituição”, disse o presidente eleito.

Entretanto, também chamou muita atenção a maneira como, respeitosamente, Jair Bolsonaro cumprimentou José Sarney. O presidente eleito, que é capitão do Exército, fez questão de bater continência ao maranhense mais ilustre da política mundial, o ex-presidente José Sarney.
                               

Por   Jorge Aragão

COM MORTANDADE DE PEIXES, FLÁVIO DINO RECEBE OUTRO CONVITE PARA BANHAR NA LAGOA DA JANSEN

O ex-vereador Fábio Câmara (PSL) lembrou nesta terça-feira (6) do inusitado convite feito ao governador Flávio Dino (PCdoB) para um banho na Lagoa da Jansen.
O caso ganhou notoriedade na campanha eleitoral, quando o comunista insinuou que o local estava limpo e foi desafiado pelo senador Roberto Rocha (reveja).
Agora, o assunto voltou à tona após o registro da alta mortandade de peixes no local.




Veja abaixo o vídeo e a nova manifestação de Câmara sobre o assunto:

BANHAR NA LAGOA DA JANSEN OU LEVAR UM BANHO DELA.
Ao terminar a campanha eleitoral o mais recomendado é que se desça do palanque e que se retome o curso natural das coisas. Afinal, “é vida que segue!” Porém, vale ressaltar que descer do palanque não significa abandonar os compromissos, aquilo o que foi dito e as declaradas  convicções.
Foi durante a campanha eleitoral; foi durante um debate transmitido ao vivo para todo o Maranhão que Flávio Dino afirmou ter retirado da Lagoa da Jansen, milhões de metros cúbicos de poluentes, isso dito no intuito de fazer crer que a Lagoa foi, por ele, saneada. Ao final do debate, para dar ao governador (Dino) a oportunidade de tornar verdadeiras as palavras do candidato (Flávio) eu o desafiei para tomarmos um banho nas águas “DESPOLUÍDAS”, ao que ele, em meio a gracejos, RECUSOU.
Flávio Dino não se banhou na lagoa. NÃO! Mas, vai levar um banho dela em vários SENTIDOS.
O OLFATO de quem trafega nas imediações da Lagoa desmente o candidato.
A VISÃO dos milhares de peixes mortos atesta que o governador falseia a verdade.
A AUDIÇÃO oriunda das vozes dos reclamos das organizações sociais e da população em geral constituem provas da falácia de toda uma gestão governamental.
Segundo aqueles que ainda teimam em pescar naquelas águas, nada do pouco que se pega nas redes é salutar ao PALADAR e somente a falta de TATO de Flávio Dino o faz afirmar, em outras redes (sociais) que a Lagoa da Jansen, por ele “saneada”, é a mesma “DE TODOS NÓS”.
Mentir para si mesmo e mentir para o povo é praticar CORRUPÇÃO e Flávio Dino, ainda que tenha dado um “banho nas urnas”, inegavelmente, incorpora com perfeição a figura do SUJO FALANDO DO MAL LAVADO.

04 novembro 2018

FUTURO MINISTRO DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA TEM PLANOS PARA A BASE ESPACIAL DE ALCÂNTARA - MA


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O futuro ministro da Ciência e Tecnologia do Brasil, o astronauta Marcos Pontes, defendeu a possibilidade de alugar a base espacial de Alcântara, no estado do Maranhão, a terceiros. A questão está em negociação entre o governo brasileiro e o governo dos Estados Unidos dentro do acordo bilateral de salvaguardas tecnológicas. Segundo o futuro ministro, a questão “não viola de modo algum a soberania do Brasil”.

“Podemos fazer aqui a mesma coisa que é feita pelo Centro Espacial Kennedy, que realiza lançamentos para outros países, com equipamentos de outros países. Existe a possibilidade de revisar tudo isso para ter um centro de lançamento comercial operacional “, disse Pontes, que enfatiza a possibilidade de criar novos empregos, atrair investimentos estrangeiros e desenvolver tecnologia e formar cientistas.

O centro de lançamento de Alcântara tem atualmente 900 funcionários. A base é usada para a preparação de foguetes suborbitais, usados ​​para fins científicos e mantidos em um ambiente de microgravidade por alguns minutos. A base sofreu um grave acidente em 2003, com a explosão de um lançador brasileiro que tirou a vida de 21 pessoas. Por essa razão, foram investidos 120 milhões de reais (cerca de 30 milhões de euros) para a reconstrução da torre de lançamento e a ampliação dos sistemas de segurança do local espacial.

O objetivo do governo do presidente Michel Temer é concluir o acordo com os Estados Unidos no final deste ano e permitir que os recursos investidos e obtidos com o uso de Alcântara siano comercial, pelo menos triplique os recursos do programa espacial brasileiro, que tem agora com cerca de 140 milhões de reais por ano.

“O fato é que o Brasil tem a capacidade de fazer tudo e tem uma base muito bem localizada, extremamente operativa que gere mais conhecimento, mais tecnologia”, disse Pontes, que explicou como o projeto poderia contribuir para o desenvolvimento da região nordeste, a mais pobre do Brasil “, podemos usar a tecnologia para ajudar o desenvolvimento social. Uma base desse tipo poderia criar novos empregos, novas empresas, muitas coisas para essa região “.

O candidato conservador, Jair Bolsonaro, foi eleito presidente da República do Brasil no segundo turno em 28 de outubro. Bolsonaro venceu o candidato do Partido Trabalhista (PT), Fernando Haddad, com 55,13% dos votos válidos, contra 44,87% dos votos válidos.

(Com dados meteoweb)
Por  Aquiles Emir 

O CINISMO DE FLÁVIO DINO NÃO TEM LIMITES! NÃO TEM CAFIFE PARA CRITICAR SÉRGIO MORO!


Por Abdon Marinho
Leio nas redes sociais que o governador Flávio Dino faz severas críticas ao fato do juiz federal Sérgio Moro ter sido convidado e ter aceitado o convite do presidente eleito, Jair Bolsonaro para integrar seu governo no cargo de ministro de Estado da Justiça.
Em princípio entendo que a magistratura (assim como o ministério público) deva ser ocupada por pessoas vocacionadas e desprovidas de qualquer interesse político. Ao juiz não deve pairar quaisquer dúvidas quanto à imparcialidade de seus vereditos. Isso não quer dizer que ocorreu ou ocorra, entretanto é saudável que seja assim.
Entretanto soa como incompreensível que as críticas partam justamente de sua excelência, o governador Dino.
Ora, ele próprio, é fato público, antes do ingresso na magistratura tinha ativa participação na política partidária, quando saiu, em 2006, foi direto para o palanque disputar um mandato de deputado federal.
Nem por isso, pelo menos não tenho recordação, ninguém nunca pois em dúvida a lisura de suas decisões. Por que relação ao juiz Moro seria diferente? Por que tal crítica parte justamente de quem deixou a magistratura em situação até mais delicada (filiar-se a um partido e ser candidato)?
Embora, como disse acima, tenha resistências a juízes “não vocacionados”, uma coisa é deixar a magistratura para ocupar um cargo executivo de alta relevância, outra coisa é tirar a toga de juiz e vestir a camiseta de candidato.
Os críticos, em especial, sua excelência, talvez saibam coisas que não sei. O que sei são apenas as lições que aprendi com meu pai que, com sua sabedoria de homem do campo ensinava: “o bom julgador, por si julga os outros”.
Abdon Marinho é advogado, especialista em Direito Eleitoral 
Por Jorge Aragão

30 outubro 2018

IRMÃO DE FLÁVIO DINO CONFESSA QUE APOIOU CIRO GOMES NO PRIMEIRO TURNO AO INVÉS DE HADDAD

O que chama atenção na postagem de Sálvio Dino é que ele teve a sua ficha de filiação ao PT abonada pelo ex-presidente Lula, no que seria de se julgar que o apoio e voto do mano do governador deveriam ser para Ferando Haddad desde o primeiro turno da eleição presidencial.
                                         
O advogado Sálvio Dino fez uma postagem nas redes sociais onde expressa uma certa indignação com personalidades públicas como o ex-ministro do STF, Joaquim Barbosa; e ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, por ambos tentarem “limpar as suas biografias há menos 24h da votação” – numa referência ao fato das duas autoridades antipetistas declararem voto em Haddad no último momento do segundo turno.
Contudo, a carga crítica do irmão do governador Flávio Dino (PCdoB) foi mais pesada em relação ao ex-candidato a presidente pelo PDT, Ciro Gomes.
“Pior ainda foi Ciro Gomes, que se escondeu. Nunca mais o apoiarei, como fiz no primeiro turno”, detonou o causídico.
O que chama atenção nesse trecho da postagem de Sálvio Dino é que ele teve sua ficha de filiação ao PT abonada pelo ex-presidente Lula quando da sua visita a São Luis através da caravana “Lula pelo Brasil”, no que seria de se julgar que o apoio e voto do mano do governador deveriam ser para Fernando Haddad desde o primeiro turno da eleição presidencial.
Aí quando é com blogueiro Bob Lobato querem a cabeça do pobre…

Por Robert Lobato