26 agosto 2018

A CONSOLIDAÇÃO DE CÉLIO SÁ COMO DEPUTADO FEDERAL NA ÁREA ITAQUI BACANGA ESTÁ CADA VEZ MAIS FORTE

Com uma grande adesão de lideranças da Região do Itaqui-Bacanga, Célio Sá vai se fortalecendo para ser o novo deputado federal do Maranhão

Célio Sá e lideranças da área Itaqui Bacanga que estão apoiando sua candidatura.

O candidato a deputado federal, Célio Sá (3133), que está recebendo o apoio de todo o estado Maranhão, vai se fortalecendo ainda mais na área Itaqui-Bacanga. São inúmeras adesões de lideranças, e ontem (24),estiveram com Célio, lideranças da Vila Embratel, do grupo ‘Fogueira Viva’ que tem como representante o líder, Jadson. O grupo desenvolve um grande e importante trabalho com o jovens da comunidade.

Com mais este apoio a sua candidatura, Célio Sá vai se consolidando na área Itaqui-Bacanga, onde até o final de sua campanha pretende realizar um grande comício na região, para agradecer os apoio de todas as comunidades. O coordenador geral da campanha de Célio, o jovem Leandro Juventude, o qual é morador da região, vem atuando forte no engajamento de líderes de peso, para que o 3133, seja o novo deputado federal do Maranhão.

O MEDO E O SAPO



A primeira coisa que existiu no mundo foi o medo.
Na expressão dos romanos Petronius, autor do célebre Satyricon, o primeiro romance, e Statius, “dolce poeta”, segundo Dante, “primus in orbe deos fecit timor” (no mundo o medo criou primeiro os deuses). Dizia Bergson, o grande filósofo, comentando esta frase, que “a religião vem menos do medo do que de uma reação contra o medo”.
O medo de que quero falar não é o filosófico, mas o real, principalmente na política maranhense, onde ele atualmente cresceu e muito, conforme afirmou em sua vigorosa entrevista a O Estado do Maranhão e à Rádio Mirante o Senador Roberto Rocha, candidato a Governador.
Além do interventor nos anos 30 do século passado, Martins de Almeida, o chamado Bala na Agulha, quando se formou um bando de capangas, conhecido de Turma do Papai Noel, que fez atrocidades, como invadir a Associação Comercial e dissolver uma reunião a chibata, quero lembrar João Lisboa, que no Jornal de Timon, ao tratar de Partidos e Eleições no Maranhão, já relatava a promiscuidade entre o medo e a política. Era Donana Jansen, tatibitate, dizendo “cute o que cutá meu filho Manezinho tem que ser deputá” — e haja cacete nas seções eleitorais, e deportações, como a de Candido Mendes de Almeida, embarcado à força num patacho para fora de sua terra. Há menos tempo, Neiva Moreira e Erasmo Dias apanharam na praça João Lisboa.
Se fazia o diabo na política do Maranhão, não só a agressão física, mas a coação moral, a compra de votos, e as demissões em massa.
Os comerciantes eram proibidos de embarcar mercadorias para transporte na Estrada de Ferro de quem não desse o apoio “certo”, como aconteceu com a grande firma Lages & Cia., que faliu vítima desse método. Hoje existe a quebra dos pequenos comerciantes, com os impostos que não podem pagar, além dos carros e motos apreendidos.
Eu, quando fui Governador, acabei com isso. Foi um período de paz duradoura que sobreviveu até recentemente. Não demiti ninguém, acabei com a nomeação e perseguição política do cobrador de imposto. Meu temperamento sereno, paciente, aberto ao diálogo, funcionou.
Agora, o medo está aí. É medo de bandido, de bala perdida, de perder o emprego, de sofrer perseguição, da violência que campeia solta. Só num dia tivemos cinco homicídios na cidade.
Quando eu era menino tinha um medo danado de alma, da Manguda, uma visagem que aparecia nas noites de lua, e de sapo.
Hoje o mundo político está sem medo de alma nem de sapo. Mas haja medo de perseguição, de perder asfalto, de receber desaforos e de ter as emendas orçamentárias para obras em seus municípios suspensas.
Mas eu continuo com medo de mau-olhado e de olhos excomungados. Inveja e ódio.
O Maranhão precisa de grandeza de espírito e de paz e segurança, de ser como sempre foi, uma família sem ódio e sem medo de perseguição.

24 agosto 2018

LOBÃO LIDERA PESQUISA IBOPE COM 27% DOS VOTOS


Levantamento  divulgado mostra ainda que Sarney Filho está em segundo lugar com 26%
A experiência e o trabalho do Senador Edison Lobão são reconhecidos pelos maranhenses e o seu desejo de que ele continue trabalhando em prol do Maranhão está demonstrado na pesquisa Ibope divulgada nesta quinta-feira (23).
Segundo o levantamento, Lobão lidera a disputa senatorial, com 27% dos votos. Em seguida, está o deputado Sarney Filho com 26%. Isso significa que se as eleições fossem hoje, os dois ocupariam as duas cadeiras para o Senado Federal.
O trabalho realizado por Lobão em favor do povo maranhense ao longo dos anos que esteve no Senado Federal é o que explica a sua liderança. Isso pôde ser visto no último sábado (18) em Caxias, quando mais de 20 mil pessoas se reuniram para demonstrar apoio ao senador.

Por Caio Hostílio

ESCÂNDALO MILIONÁRIO ENVOLVENDO FLÁVIO DINO E VENDEDORA DE MINGAU


Com um discurso centrado no combate à corrupção e privilégios, o candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, vem cortando um dobrado para explicar por que tinha uma funcionária em seu gabinete, Walderice Santos da Conceição, que vende açaí na Vila de Mambucaba, em Angra dos Reis (RJ), na hora do expediente — popularmente conhecida como Wal do Açaí. No Maranhão, ISTOÉ localizou outra Val, que deverá dar dor de cabeça a outro candidato, o governador Flávio Dino (PCdoB), aspirante à reeleição. Valquíria dos Santos é personagem de uma representação contra Dino que tramita na Procuradoria Geral da República (PGR). De acordo com a denúncia, Dino teria utilizado uma empresa de fachada para dissimular a destinação de R$ 1,3 milhão recebidos na sua campanha para governador em 2014. As notas fiscais para justificar o pagamento foram emitidas por uma produtora de vídeo que funcionaria num modesto sobrado de um bairro da periferia de São Luís. No local, não funciona nem nunca funcionou produtora de vídeo. O que lá existe é uma pequena quitanda, que vende alimentos e onde, à noite, Valquíria, a Val de Flávio Dino, vende mingau de milho. De dia, comercializa picolés.

Produtora fantasma

A representação foi movida por um blogueiro do Maranhão, Caio Hostílio, ligado ao grupo de José Sarney, cuja filha, Roseana, disputa com Dino as eleições. Poderia ser mera querela política local se não houvesse de fato elementos que apontam para irregularidades na prestação de contas do governador. Na campanha de 2014, Dino apresentou à Justiça Eleitoral duas notas para a empresa Aldo Oberdan Pinheiro Montenegro–ME, um empreendimento com capital social de R$ 30 mil —, para justificar o gasto de R$ 1,3 milhão feito junto à suposta produtora de vídeo.
Segundo a representação, no dia 9 de julho de 2014 o Comitê Estadual do PCdoB recebeu créditos da ordem de R$ 1,3 milhão. No mesmo dia, o Comitê de campanha de Dino repassou igual valor à empresa Aldo Oberdan por meio do pagamento de duas notas fiscais, uma de R$ 800 mil e outra de R$ 500 mil. Como endereço da empresa, constava o sobrado amarelo no bairro Tirirical, na periferia de São Luis.
ISTOÉ esteve no local. Ali moram pessoas humildes, e nenhuma delas sabe operar uma câmera de vídeo. Em vez de produtora, o que existe ali é um pequeno comércio, que vende apenas produtos enlatados, itens de limpeza, picolés baratos e água mineral. À noite, Valquíria dos Santos, de 31 anos, a Val de Flávio Dino, a dona do comércio, aumenta sua renda vendendo mingau de milho. Quando dá tempo, ela também faz churrasquinhos.
Val é conhecida na região. Não como comunicadora, mas pelo sabor de seu mingau. Ela mora no sobrado desde criança. Viu a localidade crescer e hoje está desempregada, motivo pelo qual resolveu criar a pequena lojinha que toca com a mãe. Campanha política? Val nunca fez. “Só vejo pela TV”, disse Val. Obviamente, ela não tem a menor ideia do destino dos R$ 1,3 milhão que tinham como endereço uma firma “instalada” na sua casa. “Se tivesse pelo menos uma parte desse dinheiro, eu não estaria aqui com este comércio. Estaria em um spa, cuidando da beleza”, brincou Val, em conversa com ISTOÉ.
Aldo Oberdan, pelo menos, é alguém que existe, de fato. É funcionário do governo do Maranhão. Na época da suposta contratação do serviço, recebia da Secretaria de Saúde do Maranhão um salário de R$ 2,7 mil. Oberdan até faz vídeos para complementar sua renda. Não para campanhas, mas de festas de aniversário e casamentos, por valores irrisórios. Em sua defesa, Oberdan afirmou que, na realidade, emprestou o CNPJ de sua empresa para outra pessoa, Carlos Miranda, empresário do meio de comunicação que também já fez serviços para o governo maranhense. “Eu não sabia que na época da campanha, eles (PCdoB) tinham feito um depósito no nome da empresa”, explicou Aldo ao MP. “Não dei autorização para que meu nome fosse usado dessa forma”, complementou.
O comitê estadual do PcdoB destacou que o episódio “é mais um, dentre tantos outros, patrocinados pelo grupo político que dominou por mais de 50 anos o Maranhão e que tenta macular o processo eleitoral, em face da iminente derrota”. Pode até ser que o caso tenha sido explorado pela família Sarney, mas está cada vez mais difícil para Flávio Dino explicar por que a produtora da campanha foi parar na casa da Val, a moça do mingau do bairro Tirirical.
A “laranja” do governador
Segundo denúncia, no dia 9 de julho de 2014, o diretório do PCdoB do Maranhão, que patrocinava a candidatura de Flávio Dino, recebeu créditos de R$ 1,3 milhão. No mesmo dia, repassou igual valor à empresa Aldo Oberdan Pinheiro Montenegro – ME
> A empresa de Oberdan fazia vídeos de casamentos, mas nesse dia emitiu duas notas fiscais para o comitê de campanha do PCdoB-MA: uma de R$ 800 mil e outra de R$ 500 mil. Nas notas fiscais, o valor era referente ao pagamento de “produção de material audiovisual para veiculação no horário eleitoral gratuito n rádio e TV”
> À Receita, a empresa disse funcionar no bairro Tirirical, periferia de São Luis, mas na verdade lá funcionava e ainda funciona um mercadinho que vende mingau à noite e sorvete e outros mantimentos de dia, pertencente à Valquíria dos Santos, a Val de Flávio Dino

CNJ ARQUIVA AÇÃO DO PCDOB CONTRA JUÍZA QUE DECLAROU DINO INELEGÍVEL

Por Atual 7


O corregedor do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro João Otávio Noronha, decidiu arquivar sumariamente uma reclamação do PCdoB contra a juíza Anelise Nogueira Reginato, da 8ª Zona Eleitoral, de Coroatá.
A magistrada virou alvo dos comunistas depois de determinar a inelegibilidade por oito anos do governador Flávio Dino (PCdoB), do ex-secretário Márcio Jerry (PCdoB), além da cassação e também inelegibilidade do prefeito e do vice de Coroatá, Luis Filho (PT) e Domingos Alberto (PSB), respectivamente, por abuso de poder econômico nas eleições municipais de 2016.
Na peça, o PCdoB pedia o afastamento da juíza das suas funções, “ao menos na 8ª Zona Eleitoral do Estado do Maranhão (Coroatá)”, sob alegação de que ela decidiu “de maneira ilegal e tendenciosa” porque não existem nos autos “provas para que sofressem os investigados as sanções” da Lei de Inelegibilidade.
Para o corregedor do CNJ, porém, não há qualquer fundamento para que a decisão de Reginato no caso seja encarada como falta funcional.
“Não há nos autos elementos probatórios mínimos de falta funcional praticada pela Juíza requerida aptos a ensejar a atuação da Corregedoria Nacional de Justiça. Ante o exposto, com fundamento no art. 8º, I, do RICNJ, determino o arquivamento sumário do presente expediente. Julgo prejudicado o exame do pedido liminar”, decidiu.