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12 abril 2021

Após 4 meses em confinamento, Inglaterra reabre comércio e serviços não essenciais

Johnson pede cautela. País vacinou 40 milhões


A Inglaterra reabriu o comércio e os serviços não essenciais nesta 2ª feira (12.abr.2021). Bares, restaurantes, lojas, salões de beleza e academias de ginástica estão autorizados a receber clientes depois de quase 4 meses de lockdown.

Zoológicos, parques temáticos e apresentações drive-in (como cinemas e shows) também podem reabrir.

O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, disse que a decisão é um passo “importante e irreversível”. Mas alerta que a população deve ter cautela.

“Peço a todos que continuem a se comportar com responsabilidade e lembrem de lavar as mãos e rosto para prevenir-se”, disse Johnson.

Os estabelecimentos só poderão atender o público ao ar livre, o que significa que muitos deles, sem espaço a céu aberto, não podem reabrir até a próxima etapa da flexibilização, marcada para 17 de maio.


Em 21 de junho, a 3ª etapa permitirá a reabertura de discotecas.

“Tenho certeza de que será um grande alívio para os empresários que estão fechados há tanto tempo, e para todos os outros é uma chance de voltar a fazer algumas das coisas que amamos e perdemos”, ressaltou o primeiro-ministro.

A “Regra dos 6” foi reinstituída em 29 de março: apenas 6 pessoas de até 6 casas diferentes podem se reunir.

Especialistas alertaram para o fato de que a flexibilização pode ter efeito nas taxas de infecção na região, mas o avanço com a campanha de vacinação deve compensar os riscos.

O Reino Unido tem 58 milhões de habitantes, e já aplicou 40 milhões de doses na população. Cerca de 7 milhões receberam a 2ª dose.

As restrições diminuíram em outras partes do Reino Unido, como na Irlanda do Norte. Na Escócia e no País de Gales, algumas delas foram totalmente suspensas.

(Poder 360)

29 março 2021

Câmara Municipal de São Luís prorroga por mais uma semana suspensão das atividades presenciais

A Câmara Municipal de São Luís prorrogou por mais uma semana a suspensão das atividades presenciais, com o objetivo de evitar contaminações pelo novo coronavírus, responsável pela pandemia. Dessa forma, os serviços presenciais no parlamento estão suspensos no período de 29 de março a 4 de abril.

Foto: Leonardo Mendonça

A suspensão das atividades está presente na Resolução Administrativa nº 005/2021, datada do dia 28 de março. “Devido ao constante aumento de casos de Covid-19 no estado, determinei a prorrogação mais uma vez da suspensão das atividades presenciais na Câmara Municipal de São Luís até o dia 4 de abril. Vamos superar tudo isso”, destacou o presidente do Legislativo, vereador Osmar Filho (PDT).

Os servidores da Casa continuarão exercendo as suas funções através do home office. Já as sessões continuarão sendo realizadas por meio do Sistema de Deliberação Remota, como vinha acontecendo nas últimas semanas.

Medidas – A prorrogação da suspensão das atividades presenciais na Câmara Municipal de São Luís acompanha as mais recentes medidas de combate ao coronavírus, anunciadas pelo governador Flávio Dino (PCdoB) durante coletiva realizada na última sexta-feira, dia 26.

Entre essas medidas estão: a criação de novos auxílios emergenciais para a população mais afetada pela pandemia; a utilização do modelo híbrido para o funcionamento das escolas particulares (parte presencial e parte online); e a abertura de bares e restaurantes, com funcionamento de 50% da capacidade, observando os protocolos sanitários.

As aulas continuam suspensas na rede pública estadual e municipal. Os serviços considerados não-essenciais continuam suspensos, assim como shows, festas e eventos. Nos mercados, supermercados e comércio geral, continua mantido funcionamento das 9h às 21h.

23 março 2021

São Luís e Imperatriz ultrapassam os 96% dos leitos de UTI ocupados


A Secretaria de Estado da Saúde (SES) informou, em Boletim Epidemiológico divulgado na noite desta terça-feira (23), que a taxa de ocupação de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para pacientes com o novo coronavírus (Covid-19) na Grande Ilha chegou a 96,02%. Isso significa que estão disponíveis apenas 10 dos 251 leitos destinados para pacientes de São Luís, São José de Ribamar, Paço do Lumiar e Raposa, além dos casos graves vindos de cidades do interior do estado.

Em relação aos leitos de enfermaria ou leitos clínicos na Grande Ilha, a taxa de ocupação chegou a 97,77%. Dos 493 leitos disponíveis, 482 estão ocupados e 11 livres.

Em Imperatriz, segunda maior cidade do Maranhão, a ocupação de leitos de UTI está em 97,22%. O município, que atende mais de 10 cidades no sul do estado, conta com apenas dois leitos disponíveis entre as 72 unidades com respiradores para receber pacientes com Covid-19. Já em relação aos leitos clínicos, a taxa chegou a 97,94%: das 194 unidades, 190 estão ocupadas e quatro ainda estão livres.

De acordo com a SES, o Maranhão tem 235.646 casos confirmados e 5.759 mortes pelo novo coronavírus, com 39 óbitos sendo registrados nas últimas 24 horas.

Fonte: Imirante.com

Dados sobre disponibilidade de oxigênio são publicados pela Anvisa


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) disponibilizou na internet informações sobre os níveis de produção, abastecimento e distribuição de oxigênio no Brasil. Os dados podem ser acessados em um painel específico.

Segundo a agência, ainda faltam informações de empresas, o que inclusive dificulta visualizar uma totalização nacional. Os primeiros dados, relativos ao período de 13 a 17 de março, trazem um universo de 100 empresas atuando na produção de oxigênio. Do total fornecido, 71,7% eram de companhias privadas, 25,9% de instituições públicas e 2,46% de distribuidoras.

São Paulo é o estado com o maior volume de fabricação de oxigênio no período analisado, com 7,3 milhões de metros cúbicos (m3), seguido por Minas Gerais (2,5 milhões de m3) e Rio de Janeiro (2 milhões de m3). Os estoques de produção mostrados no painel são pequenos. O estado com o maior estoque é o Amazonas: 1,17 milhão de m3.

Quando considerado o envase do oxigênio em cilindros, São Paulo novamente é o primeiro do ranking, com 1,18 milhão de m3. Em seguida vêm Ceará (1 milhão de m3) e Minas Gerais (875 mil de m3). Assim como na fabricação, nos cilindros, o Amazonas detém o maior estoque, com 1,17 milhões de m3.

Em comunicado oficial, a Anvisa explica que os dados sobre estoque devem ser observados de acordo com a capacidade de cada estado. “Eventuais dados de estoque zerados podem ocorrer devido à ausência de fornecimento de informações por parte das empresas ou por inexistência de empresas no estado. Assim, estados como o Acre, onde não existem empresas produtoras, não constarão no painel”, explica o informe.

Plano nacional


O Ministério da Saúde anunciou hoje (23) o Plano Oxigênio Brasil, com o intuito de dar auxílio a estados e municípios no abastecimento deste insumo. Segundo a pasta, os estados com mais dificuldade são Acre, Amapá, Ceará, Mato Grosso, Paraná, Rio Grande do Norte e Rondônia.

De acordo com a pasta, já começaram a ser transportados cilindros e estruturas relacionadas à oferta de oxigênio de Manaus para outras localidades. Serão deslocados 120 concentradores para o Rio Grande do Norte e 200 para o Paraná. Também serão enviadas duas usinas de oxigênio para Santa Catarina, uma para o Acre e outra para Rondônia.

Ainda conforme o Ministério da Saúde, foi feita requisição de envio a partir de São Paulo de 400 cilindros para Rondônia, 240 para o Acre, 160 para o Rio Grande do Norte, 100 para o Ceará e 100 para a Região Sul.

Fonte: Agência Brasil.

23 outubro 2020

ANVISA AUTORIZA IMPORTAÇÃO DE 6 MILHÕES DE DOSES DA VACINA CHINESA PARA O BUTANTAN EM SP

Apesar da liberação, vacina não poderá ser aplicada imediatamente no país; ‘utilização do produto ficará condicionada à obtenção de seu registro sanitário’, diz decisão divulgada no site da agência

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) liberou, nesta sexta-feira, 23, a importação de 6 milhões de doses da CoronaVac, vacina chinesa que será produzida pelo Instituto Butantan, em São Paulo. “A Diretoria Colegiada decidiu, por unanimidade, autorizar a importação, em caráter excepcional, de 6.000.000 (seis milhões) de doses da Vacina Adsorvida Covid-19 (inativa) – produto acabado, fabricada por Sinovac Life Sciences Co. Ltd. (China), conforme solicitação do Instituto Buntantan, nos termos do voto do relator”, diz o texto, disponível no site da agência. A decisão foi tomada um dia depois de o diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, questionar o prazo para a liberação da importação de insumos.

Em seu voto, o presidente da Anvisa, Antonio Barra Torres ressalta que isso não significa que a vacina poderá ser aplicada imediatamente no Brasil. “A utilização do produto ficará condicionada à obtenção de seu registro sanitário junto à Anvisa. Por oportuno, necessário esclarecer que a carga ficará sob a custódia do Instituto Butantan, seu fiel depositário, que deverá mantê-la em suas instalações, e em perfeitas condições de acondicionamento, até que possa ser utilizada ou destruída”. Em outro trecho, Barra Torres, relator do processo, ressalta que é de responsabilidade do Instituto Butantan “garantir a eficácia, segurança e qualidade do produto, inclusive o monitoramento do seu uso e o exercício da farmacovigilância”.

Diante da declaração de Dimas Covas, a Anvisa divulgou uma nota, nesta sexta, para negar que o atraso seja proposital. No comunicado, a agência afirma que no mesmo processo para a obtenção dos insumos estava o pedido para a importação excepcional “de vacina na forma de seringa preenchida e na forma de um produto intermediário, isto é, o produto não envasado/bulke”. “Assim sendo, não há nenhum tipo de retardo/atraso/morosidade por parte da Anvisa. A análise foi feita e as discrepâncias foram encaminhadas para o laboratório a fim de serem solucionadas”, diz outro trecho da nota. A explicação ocorre em meio ao imbróglio do Ministério da Saúde e o Estado de São Paulo para a compra de 46 milhões de doses do imunizante. Após confirmar o compromisso de aquisição da Coronavac na última terça, a pasta voltou atrás depois de fortes críticas do presidente Jair Bolsonaro.

Jovem Pan Notícias