Em Louvre’aes, onde todo mundo se acha Mona Lisa mas metade só domina a arte da dissimulação, o Baita Casal virou exposição permanente.
A denúncia no Peta Diário sobre as viagens “culturais” ao famoso museu só confirmou o que a cidade inteira já comentava no café da manhã:
não era turismo, era fuga.
Tentativa patética de reanimar um casamento que só respirava por aparelhos sentimentais — e desligados.
Porque, sejamos francos:
dinheiro compra passagem, hotel e vinho francês.
O que ele não compra é caráter.
E muito menos fidelidade.
É nesse cenário que ressurge o Moujaro, o bonitão cheio de poder, vaidade e gabinete climatizado.
Um homem capaz de mover processos, verbas e corações alheios — menos o próprio, que sempre teve a firmeza emocional de um gel de cabelo barato.
Dessa vez, o seu “terceiro turno de afeto” tinha nome empresarial: Dejavu Serviços.
E foi déjà vu mesmo: mesmos erros, mesma história, mesmas portas fechadas.
Só que agora com um detalhe cruel:
virou romance de verdade.
Amor à primeira vista, daqueles que fazem até o amante acreditar que encontrou a “alma gêmea”… quando, na verdade, encontrou só alguém com tempo e interesse.
Enquanto isso, o casamento oficial tentava se sustentar com acordos inúteis, pactos secretíssimos e silêncios tão pesados que fariam tremer os corredores de Louvre’aes.
A caixa de Pandora, coitada, já estava mais remendada que promessa antiga — e estufando.
A grande questão agora corre solta pela cidade, nos bares, nos gabinetes, nos grupos de WhatsApp bem discretos e nada éticos:
Será que dessa vez a galhada cabe debaixo do tapete?
A resposta é simples:
não.
Porque quando o chifre vira questão de logística,
quando a mentira exige planejamento estratégico,
quando o romance ilegal ganha trilha sonora…
meu amigo, aí não é mais casamento.
É só teimosia —
com assinatura reconhecida em cartório.
Mais detalhes nos próximos capítulos.
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