28 novembro 2025

O Museu das Galhadas Inaugura Nova Ala

Em Louvre’aes, onde todo mundo se acha Mona Lisa mas metade só domina a arte da dissimulação, o Baita Casal virou exposição permanente.

A denúncia no Peta Diário sobre as viagens “culturais” ao famoso museu só confirmou o que a cidade inteira já comentava no café da manhã:

não era turismo, era fuga.

Tentativa patética de reanimar um casamento que só respirava por aparelhos sentimentais — e desligados.

Porque, sejamos francos:

dinheiro compra passagem, hotel e vinho francês.

O que ele não compra é caráter.

E muito menos fidelidade.

É nesse cenário que ressurge o Moujaro, o bonitão cheio de poder, vaidade e gabinete climatizado.

Um homem capaz de mover processos, verbas e corações alheios — menos o próprio, que sempre teve a firmeza emocional de um gel de cabelo barato.

Dessa vez, o seu “terceiro turno de afeto” tinha nome empresarial: Dejavu Serviços.

E foi déjà vu mesmo: mesmos erros, mesma história, mesmas portas fechadas.

Só que agora com um detalhe cruel:

virou romance de verdade.

Amor à primeira vista, daqueles que fazem até o amante acreditar que encontrou a “alma gêmea”… quando, na verdade, encontrou só alguém com tempo e interesse.

Enquanto isso, o casamento oficial tentava se sustentar com acordos inúteis, pactos secretíssimos e silêncios tão pesados que fariam tremer os corredores de Louvre’aes.

A caixa de Pandora, coitada, já estava mais remendada que promessa antiga — e estufando.

A grande questão agora corre solta pela cidade, nos bares, nos gabinetes, nos grupos de WhatsApp bem discretos e nada éticos:

Será que dessa vez a galhada cabe debaixo do tapete?

A resposta é simples:

não.

Porque quando o chifre vira questão de logística,

quando a mentira exige planejamento estratégico,

quando o romance ilegal ganha trilha sonora…

meu amigo, aí não é mais casamento.

É só teimosia —

com assinatura reconhecida em cartório.

Mais detalhes nos próximos capítulos.

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