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27 outubro 2020

YGLÉSIO MOISÉS DECLARA QUE FOI CASTIGADO PELO GRUPO DE FLÁVIO DINO AO TER RECUSADO FAZER PAPEL DE LARANJA

 O candidato do Pros, deputado estadual Yglesio Moyses, em entrevista na TV Guará, não poupou os candidatos do seu grupo político, comandado pelo governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), e fez algumas fortes declarações

Apesar de pertencer ao que foi convencionado de “consórcio” de candidatos do grupo político de Dino, Yglesio deixou claro que se recusou a fazer o “papel de laranja” nas eleições e “como castigo” ficou com apenas 16 segundos no horário eleitoral.

“Não se deixe ser enganado, não deixe que os apenas 16 segundos que eles me permitiram ter na propaganda, pois eles pensaram que eu iria vir para a eleição para bater em candidato lá em cima, mas eu jamais faria isso, não fui educado para isso”, afirmou.

Yglesio reafirmou que não iria cumprir esse papel de laranja e que agora nas pesquisas encomendadas estão lhe colocando nas últimas posições para forçar um tal voto útil.

“Eles nos deixaram 16 segundos, pois perceberam que jamais eu cumpriria um papel como esse e agora tentam, pesquisa após pesquisa, nos zerar, para você acreditar que tem que votar no menos pior, porque são todos ruins para São Luís”, disse. Veja abaixo.

Leitura semelhante da entrevista de Yglesio fez o petista Márcio Jardim, ex-secretário de Esporte no Governo Flávio Dino. Lembrando que o PT apoia a candidatura de Rubens Júnior do PCdoB, outro integrante do consórcio.

Pelo visto, muito provavelmente após a eleição poderemos ter um “troca-troca” entre governistas e oposicionistas na Assembleia Legislativa. Se Wellington do Curso (PSDB), pela postura incoerente adotada nesta eleição, se aproxima da base governista de Flávio Dino, Yglesio Moyses vai demonstrando independência e se afastando dessa mesma base, se aproximando naturalmente da Oposição.

Por Jorge Aragão

21 outubro 2020

"QUEM FALA O QUE QUER, OUVE O QUE NÃO QUER", CARO GOVERNADOR COMUNISTA!

 Por João Bentivi

Na parábola dos talentos, aprendemos que a quem muito é dado, muito será cobrado. Na vida é a mesma coisa. Isso falo em decorrência do episódio triste, protagonizado pelo governador do Maranhão, adentrando nas redes sociais, com acusações torpes e injustas, contra o candidato Eduardo Braide. Na mais rasteira e obtusa análise, se veria que o destempero do governador não foi apropriado.

Quando se compara com a resposta elegante, educada e correta do deputado Braide à cantilena leonina, vê-se a diferença de um jovem deputado estadista, para um governador que teima em ser um jovem ativista de DCE.

De início, o governador informa a sua eficiência governamental por ter feito uma escola, um parque, uma praça, uma unidade de saúde e ter feito o carnaval, festas juninas e o natal. Poderia ter ficado calado, às vezes a inteligência se perfaz em uma boca bem fechada, mas isso não aconteceu.

Muito antes do governador nascer, o Maranhão já se notabilizava por ter um grande carnaval de rua e a mais importante festa junina do mundo. É mais ou menos alguém, hoje, se achar o criador da roda. Aliás, ao se achar o criador do Natal do Maranhão, se o governante não se recorda por motivos ideológicos, essa história de Natal é decorrência do nascimento de um homem chamado Jesus, no ano primeiro da era cristã. Faz tempo e o mundo ainda não conhecia a maldição da foice e do martelo.

Em relação aos feitos no setor saúde, senhor governador, converse com os médicos, faça uma reunião com as entidades médicas. Mas se tiver temor em fazê-lo, poderia conversar com o senhor, mas poderia haver restrições em aprender comigo, então indicaria que conversasse, somente meia hora, com o senhor Ricardo Murad, o melhor secretário de saúde, da história do Maranhão e o senhor aprenderia muito. Creio que o senhor Ricardo Murad nada cobraria pela aula.

Querer associar o nome do deputado Braide com A, B ou C, aqui ou alhures, mostra que o governador está carente de argumentos ou desorientado. É necessário ser um aprendiz de ditador ou um tiranete mirim, para achar que o voto de um parlamentar correto (Braide o é) significa atrelamento ou obediência, e se essa é a prática aqui no Maranhão, é uma distorção imperdoável.

Para o bem da saúde moral do nosso governador, quero discordar da sua afirmação de que uma companhia ruim nos faz bandidos ou coisa semelhante, até por respeito a muito dos meus amigos, um exemplo é definitivo: os amigos e defensores do larápio Lula, são tão ladrões quanto ele? Para o bem de todos, respondo: NÃO. Do mesmo modo que andar com o bispo não faz ninguém de padre.

Mas o governador deveria usar a sua rede social para explicar o porquê de o Maranhão continuar na miséria, após oito anos ininterruptos de comunismo. Uma boa oportunidade. Prestar contas é uma obrigação da democracia, até para comunistas.

Quanto ao deputado Braide, gostaria de orientá-lo a responder essas e outras semelhantes, que certamente virão. Braide, use as palavras de Marco Túlio Cícero, no ano 63 a. C., para Lúcio Sérgio Catilina: Quo usque tandem abutere, Catilina, patientia nostra?